Hey, is anybody out there? Is anyone listening? I do not think so. Stop.
O que vai acontecer, ou melhor, o que pode acontecer… Medo, confusão, tristeza, aperto. Alguns sentimentos que vem atona quando se está preocupada, ou até mesmo triste. Pois bem, o que se pode fazer? É muito complexo o quanto isso pode tomar conta; você se deixa levar por lapsos do passado e do futuro. Para consolo, pense na segurança, no que é certo, impermutável, na certeza do sentimento profundo. Besteira é pensar bobagens. Mais ainda, quando você convence-as. Pausa.
Maturidade para aceitar e compreender. A tranquilidade é ativada pela confiança. Tenho tudo, e não tenho nada. Isso me assusta…
E o que resta são os pensamentos, as virtudes, as maçanetas da verdade. Só peço um pensamento sóbrio antes da impulsão. Não tenho nada a temer; dizia-se a palavra-chave: confiança. Isso é tudo o que resta.
“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. -Pablo Neruda
Nunca me senti tão feliz, alegre, sutil. Quando dei-me por conta, estava tudo encaminhado, pronto, só restava eu aceitar. E aceitei. Em uma explosão de sentimentos, tudo o que eu queria era não acordar. Continuar ali, sentindo tudo. Ainda não acordei, mas consigo avistar a data prévia. O sonho irá tornar-se pesadelo. E aí, nada mais importará…
“O que importa é a chegada, não o meio dela”. Suspiro.
É engraçado como algo tão limítrofe torna-se algo grandioso, importante, especial. É, conforme o tempo passa, isso aumenta de tal forma que não conseguimos acompanhar. O desconhecido agora tornou-se sólido, maciço. Tenho certeza de que isso é algo bom. Queria poder gritar tudo que está dentro de mim, mas o silêncio fala mais alto; tem o dom de apenas com um olhar ou até mesmo um sorriso, demonstrar o que sentimos. Um gesto, um olhar, três palavras… Isso é tudo o que importa.
Falar é fácil. Escrever é fácil. Fingir é fácil. Realmente é tudo muito fácil quando estamos tentando mostrar algo que não é verdade. O difícil é provar, demonstrar, agir. “Eu gosto, eu adoro, eu amo”. Será mesmo verdade? Não saia pela tangente, ou pelo viés de que temos que confiar… Confiar é diferente de acreditar. Se alguém disser que gosta, adora ou até mesmo ama você, não acredite. Porém, se lhe provarem tal sentimento, valorize.
Falar é fácil. Difícil mesmo é agir.
E porque é tão dificil conciliar dois laços homogeneos dentro de nós? De um lado a razão, de outro a emoção. Ambas utilizam o mesmo patamar na escala de nossos sentidos. Racionalmente, penso no que é certo ou errado. No melhor ou no pior. Nos prazeres e angústias que poderão proporcionar no futuro. Já emocionalmente, tudo desaba. Meus únicos ouvintes são os meus sentimentos. A incógnita da questão é a confiança. Confie. Acredite; dizer “eu confio até que me provem o contrário” é muito fácil. Agora aja de acordo com o que você diz. Mas lembre-se, confiança só se perde uma vez. Assim como a borracha apaga os nossos erros, ela nunca volta a ser do mesmo tamanho que era inicialmente.
Alguém. Através da língua portuguesa, é considerada palavra indefinida. Mas será que é assim só nos dicionários? Não… Se juntarmos com verbos, preposições ou conjunções, ela adquire outro significado. Ter alguém; eu tenho alguém; terei alguém. Tenho a mania de pensar somente no futuro… E como será daqui por diante? Errado. O certo é vivermos o agora, o presente. O que passou, passou, e para o que virá é problema do destino. Somos jovens demais para preocupar-se com suposições monótonas ou acontecimentos passados. Faça o que estiver com vontade, afinal, a vida é curta demais para ficarmos apenas planejando.